Sábado no parque. Vem aí, PAISAGEM feira de impressões!

 

PAISAGEM é uma feira de exposição, troca e venda de produções gráficas e publicações independentes, tais como livros, editoriais, pôsteres, zines e outros. São produtos impressos de menor tiragem e alto valor artístico, com conceito mais artesanal e menos industrial.

O nome ‘Paisagem’ remete às inspiradoras paisagens de altitude da cidade de Vinhedo e às infinitas paisagens imaginárias que as produções gráficas podem nos propiciar, seja através de uma narrativa literária ou das projeções sensoriais provocadas pelas artes gráficas.

O propósito é fomentar a economia criativa e sustentável através de um mercado mais humanizado, onde o consumo preza pela autoria do produto, não incentivando a produção em massa e a mão-de-obra precarizada.

EXPOSITORES:

Além dos expositores selecionados e convidados o evento conta com uma praça de alimentação completa com opções de comes e bebes saudáveis, deliciosos, frescos e artesanais e claro que nós do Quintal do Talho em parceria com a Nero Getato estaremos presentes.

*Quintal do Talho

Amigos que viraram sócios através de um interesse em comum: boa comida com ingredientes fresquinhos e local. Nossas principais influências gastronômicas são brasileiras, uruguaias e portuguesas.

*Gelateria Nero

Nosso gelato é puro e produzido diariamente respeitando a tradição italiana. Frutas frescas e da época, leite de qualidade, o melhor cacau e muito amor.

*Adega Família Ferragut

Família reconhecida na cidade e região pela impecável produção de vinhos, mantém viva a cultura e tradição artesanal.

*Como? Alimentação Vegana

O COMO? Espaço Vegano nasceu em 2015 fomentando projetos em Direitos Animais e Sustentabilidade mas com muitas coisas gostosas para se comer, beber e vivenciar. Seu lema é: podemos viver num mundo mais compassivo e pacífico para todas as formas de vida do planeta.

*Nação Verde

Todos os produtos Nação Verde, desde a extração das matérias-primas até a produção, são elaborados de maneira sustentável, proporcionando um mundo mais limpo, mais cheiroso, mais justo e muito mais feliz.

*Padaria Funcional Cia. de Nutrição Gourmet

Todos os produtos sem glúten, sem lácteos, sem corantes, sem conservantes. A base de todos os alimentos é a biomassa de banana verde.

*Senhorita Pepis

Confeitaria vegana feita com amor, compaixão e respeito. Porque cada vida importa.

*Stark Foods

As infinitas formas do açaí, da tigela clássica até o suco e a caipirinha. 

*St. Brew

St. Brew Store & Bar foi a primeira casa especializada em cervejas de Vinhedo e mantém ao menos 200 rótulos e várias torneiras de chopes diferentes todos os dias.

ATIVIDADES E OFICINAS:

Expedição Cerrado Infinito na Fazenda Cachoeira
Caminhada pelo cerrado do sítio da Família Brocanello
sábado, 29/jul das 9h30h às 12h | Concentração no Quiosque do Parque Municipal às 9h30
livre – Grátis

Contação de história  ‘O elo invisível’, de Gustavo Lassala
Com com Suzana Diniz, Gustavo e Simone Lassala.
sábado, 29/jul das 14h às 15h |Local: Quisque do Parque
livre – Grátis

Pintura das ilustrações do ‘Guia de Campo dos Campos do Piratininga’
Ministrante: Daniel Caballero.
sábado, 29/jul das 15h às 17h |Local: espaço oficina do pavilhão
até 12 anos – 10 vagas – Inscrições por ordem de chegada​
Grátis​

Introdução à Cianotipia
Ministrante: Arcília Lima
sábado, 29/jul das 10h às 14h
Local: espaço oficina | crianças e adultos – 20 Vagas
Investimento: R$ 20 inscrições pelo e-mail: sonomeumundo@gmail.com 

Oficina de Xilogravura
Ministrante: Xilomóvel
sábado, 29/jul das 14h às 17h | Local: espaço oficina
a partir dos 12 anos – 25 vagas  – inscrições por ordem de chegada​
Grátis​

PALESTRAS E DEBATES:

Expressões Gráficas urbanas: Grafite, Pichação e Cia
Ministrante: Gustavo Lassala, com participação de Alcides Barbosa e Elisa Fresz
sábado, 29/jul, das 11h às 12h | Local: Quisque do Parque
livre – grátis

Histórias de Vinhedo
Ministrante: José Antônio Zechin
sábado, 29/jul, das 13h às 14h | Local: Quisque do Parque
livre – grátis

​ONDE E QUANDO:

Dia 29 de julho, no Parque Municipal Jayme Ferragut em Vinhedo. (clique no link e acesse o google maps)

Produção executiva: Carol Bampa
Identidade visual: Carol Bampa
Curadoria: Maíra Costa Endo

Realização: só no meu mundo Produções

8º Festival de Inverno de Vinhedo

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O tão esperado Festival Turístico e Gastronômico de 2016 começa nessa sexta-feira, dia 15/07, e é claro que a parrilla do Quintal do Talho estará a postos e queimando muita brasa para grelhar os melhores hambúrgueres artesanais da região.

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Festa da Família

A programação cultural está bem diversificada e é um programa excelente para fazer em família. Terá até apresentação da Jazz Band da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

Confira a programação:

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Venha se divertir conosco. Infraestrutura completa com estacionamento e a entrada gratuitos.

Serviço:

Dias: 15, 16, 17, 22, 23 e 24/07
Horários: sexta das 18 às 22h
sábados das 10 às 22h
domingos das 10h às 18h.

Local: Parque Municpal Jayme Ferragut

Estrada da Boiada, S/N. Portal de Vinhedo/SP.

Realização: Avetur  Mais informações, clique aqui!

 

XXI Encontro Paulista de Autos Antigos em Vinhedo

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Neste feriadão tem um evento super bacana no Parque Municipal de Vinhedo. Vai acontecer o XXI Encontro Paulista de Autos Antigos.
Já estão confirmados centenas de carros de todas as épocas, ônibus, além de um feira de peças e acessórios e claro, nossa parrilla assando muito hambúrguer de corte Angus para vocês. Vem conferir, traga a família e os amigos.

  • ENTRADA FRANCA!
    Dias 21, 22, 23 e 24 de Abril das 10h às 22h.
    Local: Parque Municipal Jayme Ferragut,
    Rod. Ver. Geraldo Dias – Sol Vinhedo Village, Vinhedo – SP.
Estaremos com o restaurante funcionando normalmente todos os dias.

Noite do Hambúrguer artesanal e na parrilla do Talho

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ESTA SEXTA FEIRA TEM NOITE DO HAMBÚRGUER ARTESANAL E NA PARRILLA

Nossa já tradicional noite do hambúrguer artesanal e o melhor, grelhado na brasa viva da parrilla. ‪#‎VemProTalho‬

Como funciona?
A casa abre no formato lanchonete. Servimos um cardápio exclusivo de hambúrgueres e porções de batata frita wedges e onion rings.

Hambúrguer artesanal mesmo?
MESMO! Nossas carnes são fresquinhas e preparadas no dia. As bovinas são Angus, nosso cordeiro é uruguaio. Os hambúrgueres são grelhados em nossa parrilla e servidos em um pão super especial. Todos os molhos são produzidos na casa, barbecue, maionese, cebola ao shoyo e cogumelos.
Agora temos uma novidade, hambúrguer vegetariano no cardápio, com grão de bico, cenoura e mix de cogumelos!!!

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E pra beber?
Nossas cervejas artesanais brasileiras, clássicos internacionais e drinks super refrescantes
Vai perder?

Sexta, dia 09/10 a partir das 19h, aqui no Quintal do Talho Rua Rosa Zanetti Ferragut, 479. Jd. Primavera. Vinhedo/SP. Estamos no Waze e Google Maps

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2ª Noite do Hambúrguer – Artesanal e na Parrilla

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Pessoal, como prometido, vamos promover toda última sexta feira do mês a noite do hambúrguer aqui no Quintal do Talho.

Abrimos a casa com um cardápio exclusivo de hambúrgueres, sendo:

  • Especial D´Talho – carne Angus + bacon
  • Short Rib – costela Angus
  • Cordeiro – 100% pernil de cordeiro (uruguaio)
  • Suíno – 100% pernil suíno.

Eles são montados em pães especiais e molhos artesanais, todos produzidos aqui em nosso “Quintal”.

Os hambúrgueres são preparados no dia, ou seja, super frescos e são grelhados em nossa parrilla.

A técnica precisa de nosso parrilleiro faz com que as carnes saem macias, suculentas e no ponto que mais te agrada.

E para acompanhar isso tudo nada melhor que cervejas artesanais brasileiras. Venha conhecer nossos rótulos: Bamberg, Invicta, Colorado, Dortmund, Divina, Brotas Beer, entre outras.

Gostou? Vai lá:

Quando? Sexta-feira, dia 19/05, a partir das 19H.

Onde? Quintal do Talho – Empório e Parrilla

Av. Rosa Zanet Ferragut, 479 – Jd. Primavera. Vinhedo/SP.

Fone: 19 3836-3030 – contato@quintaldotalho.com.br

FB/quintaldotalho

IG/quintaldotalho

TT/quintaldotalho

Relish de pepino perfeito

O relish se originou na Índia e desde então se tornou popular em todo o mundo. Primo de primeiro grau das geleias e dos chutneys, esta conserva é adorada por muitos e é perfeita para acompanhar um hambúrguer, hotdog, carne assada, grelhada, churrasco, com salada, enfim, é bom com quase tudo!

Deixando a modéstia de lado, esta receita é muito mais gostosa do que a de uma marca que ficou famosa com o catchup e tem a vantagem de ser artesanal. Na verdade, até quem não gosta de pepino, adora este relish. Vale muito a pena fazer.

Experimente fazer um hotdog diferente dos tradicionais sanduíches brasileiro cheio de recheio. Faça um teste em casa. Compre uma boa salsicha, um lindo pão e coloque apenas relish e mostarda. É sensacional.

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A receita é simples, vamos ao passo a passo com todas as dicas…

INGREDIENTES:

2 xícaras de pepinos comuns picados;
1/2 xícara de cebolas bem picadinhas;
1 colher de sopa de sal;
3/4 de xícara de açúcar;
1/2 xícara de vinagre do branco;
Uma pitada de dill (é muito parecido na aparência com o funcho ou erva-doce. Podem encontrar em casas de especiarias e nos mercado é mais comum encontrar junto com os produtos da Companhia Das Ervas)
1/4 de colher de chá de mostarda em grãos;
Uma pitada de bicarbonato de sódio.

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MODE DE PREPARO:

Divida os pepinos em 2, no sentido do comprimento e retire as sementes com o auxílio de uma colher.

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Pique em cubos bem pequenos assim como às cebolas e coloque junto em uma tigela. Junte o sal, misture bem e transfira para uma peneira por 1 hora para que o líquido escorra.
Coloque a mistura numa panela com todos os outros ingredientes e ferva por 10 minutos. Guarde em vidros na geladeira e utilize sempre que quiser.Ele ficará como a imagem abaixo. Se preferir um pouco mais amarelinho, pode colocar uma pitada de cúrcuma ou açafrão no momento em que levar ao fogo, mas é opcional e nós preferimos sem!

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Aproveitem.

 

O hambúrguer

Levado aos Estados Unidos pelos imigrantes alemães do fim do século XIX, o bife de carne moída logo conquistou o público americano. Depois, já sob a forma de sanduíche, ganhou o mundo e virou um símbolo.

 

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O ano é 1904. Os Estados Unidos se transformam rapidamente na maior potência industrial do planeta. O novo século promete paz e prosperidade para os americanos.

Esse clima de afluência e otimismo vai se refletir na feira mundial de Saint Louis, capital do Missouri, no meio-oeste do país. Ali, multidões tomam contato pela primeira vez com uma iguaria que trinta anos mais tarde viria a ser quase um verdadeiro sinônimo de Estados Unidos: o hambúrguer.

O hambúrguer descobriu a América na segunda metade do século XIX, trazido pelas levas de imigrantes alemães embarcados no porto de Hamburgo, razão pela qual seu primeiro nome no Novo Mundo foi hamburg steak. Era uma comida rústica. Os primeiros a apreciá-la nos Estados Unidos foram os marinheiros que aproveitavam a carne entre dois pedaços de pão para mastigar algo enquanto trabalhavam. Suas origens, no entanto, podem ser encontradas no passado remoto. Durante os séculos XII e XIII, a Europa conheceu as invasões dos chamados mongóis. Na verdade, entre os povos que se agrupavam sob essa denomina-ção estavam os tártaros, tribos nômades guerreiras que habitavam as estepes russas. Os tártaros introduziram na Europa a técnica de moer a carne dura e de má qualidade para torná-la mais digerível. Diz a lenda que os cavaleiros tártaros costumavam levar a carne crua embaixo da sela quando galopavam em suas incursões guerreiras. Na hora de comer, o bife tártaro já tinha se tornado uma pasta. O que se sabe com certeza é que os tártaros foram os que apresentaram o hambúrguer aos hamburgueses. Esses ficaram com a fama de terem sido dos do futuro sanduíche. “Dize-me o que comes e te direi quem és”, escreveu em 1826 o gastrônomo francês Antoine Brillat-Savarin (1755-1826).

O hamburger, de fato, deve a sua popularidade às características da sociedade que o acolheu. A partir do início do século, as massas de trabalhadores americanos necessitavam de algum tipo de alimento rápido, prático e barato e – adequado, em suma, ao ritmo da explosão industrial do país.

Só faltava inventar uma fórmula para aproveitar esse mercado em expansão. Foi fácil. Antes ainda da Feira Mundial de Saint Louis, os americanos já conheciam o carrinho de sorvetes e hot-dogs – a versão americana da salsicha, também trazida por imigrantes alemães. Mas foi somente em 1921 que surgiu a primeira cadeia de lanchonetes do país, chamada White Castle. Vendia-se nelas um hambúrguer cozido no vapor e cheio de cebola. O prato talvez não fosse especialmente apetitoso, mas seu preço com certeza era: 5 centavos de dólar. Pelo seu efeito laxativo, ganharam o apelido de “escorregarores”.

As pequenas lanchonetes da época de 20 eram apenas lugares onde os fregueses sentavam ao balcão. Um ou dois funcionários faziam de tudo desde virar os hambúrgueres na chapa até registrar as vendas. Muito diferentes foram os drive-ins dos anos 30. Pátios de estacionamento grandes e de fácil acesso substituíram a pequena área de serviço na calçada, e garçonetes em tempo integral serviam os esfomeados motoristas. A idéia prosperou – garçonetes até foram substituídas por moças sobre patins. Logo, os clientes faziam pedidos usando telefones em carabinas nos estacionamentos.

Foi nessa época que o cartunista americano Elzie Segar (1894-1938) acrescentou mais um personagem a suas tiras do Popeye, o marinheiro que gostava de espinafre. J. Wellington Wimpy – Pimpão, no Brasil – ficou famoso pelo seu insaciável apetite por hambúrgueres. Uma vez, Popeye ganhou 20 mil dólares apostando que Wimpy não agüentaria dez minutos com um hambúrguer na mão sem comê-lo. O esfomeado personagem segurou-o por 9 minutos e 50 segundos. Em 1937, os irmãos Dick e Maurice Mc Donald abriram um pequeno drive-in na cidade de San Bernardino na Califórna, e revolucionaram o mundo do fast-food. Como todos os outros, eles serviam lanches rápidos para clientes apressados. O drive-in era também o ponto de encontro dos adolescentes da cidade. Por causa dessa clientela, os drive-ins eram identificados como focos de confusão que afugentavam as famílias de respeito. Para mudar essa imagem, em 1948, os irmãos Mc Donald reformularam a loja. Sem garçonetes servindo no carro, a lanchonete perdeu parte do seu apelo para os adolescentes mas em compensação conquistou as famílias. Logo dezenas de pequenos empresários começavam a imitar o novo conceito de lanchonete.

A partir dos Estados Unidos, o hambúrguer conquistou o mundo. A rodela de uns 50 gramas de carne moída entre duas metades de pão redondo, coberta ou não de queijo, acompanhada ou não de alface e tomate, pode ser encontrada em lugares tão distantes entre si como a Austrália e a Áustria, a Jamaica e o Japão. É impossível saber quantos hambúrgueres são consumidos todos os dias no planeta, mas a rede McDonald·s calculou os que saem de suas cozinhas. O resultado é assombroso: 12.528.000 hambúrgueres cada vez que a Terra dá uma volta completa em redor de seu eixo ou 145 por segundo.

As lanchonetes começaram a chegar ao Brasil em 1952, quando o tenista americano Robert Falkemburg fundou o primeiro Bob·s em Copacabana, no Rio. Três anos mais tarde, o empresário Flávio Galante abria em São Paulo os seus Hot-Dogs, lanchonetes destinadas a atrair o público dos cinemas da região da rua Augusta. Como no resto do mundo, também aqui o hambúrguer entrou para a linha de montagem. Com um sistema de licenciamento que permite a proprietários de lojas usar uma marca conhecida, desde que sigam os padrões de qualidade da firma original, algumas lanchonetes dispõem até de computadores que programam o tempo de duração da fritura. De acordo com as regras do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, a carne de hambúrguer deve ser fresca, com até 30 por cento de gordura.

Os nutricionistas admitem que um hambúrguer com fritas alimenta bastante, “mas não deve tornar-se a refeição básica de uma pessoa todos os dias”, alerta Rosemarie Andreazza, da Escola Paulista de Medicina.

Texto: Superinteressante, ed. abril de 1988. Imagens ilustrativas