O mapa de corte Angus

Sabe o que significa ANGUS?

É uma raça de origem britânica e destinada à produção de carne de qualidade superior. Este gado tem maior capacidade de acumular gordura intramuscular, aquela que resulta em marmoreio, tendo assim cortes muito suculentos, extremamente macios e cheios de sabor.

Mapa de corte do gado Angus

 

Melhores técnicas para cada corte

 

Como identificar o corte em outro país

Curiosidades da raça:
Com 2,5 a 3 milhões de cabeças, as raças Angus em suas variações Aberdeen e Red, originárias da Grã-Bretanha, já representam o segundo maior rebanho de corte brasileiro. Na aparência, é um boi mais roliço, com maior capacidade de de acumular gordura intramuscular, aquela que resulta em marmoreio. Sua adaptação ao clima e pasto nacionais é relativa e aumenta à medida que são cruzados com Nelore, diferença que também salta aos olhos: um boi meio-sangue Nelore-Angus apresenta um pequeno cupim; já outro que é 3/4 Angus não tem cupim nenhum.

Fonte: angus.org.br \ Uol comidas e bebidas 

Características do gado Angus

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O Aberdeen Angus se destaca entre as raças taurinas por reunir um maior número de características positivas que lhe asseguram um excelente resultado econômico como gado de corte. O conjunto de suas características a tornam uma raça completa.

Fertilidade e Longevidade

Na busca de uma pecuária mais eficiente, quando planejamos um cruzamento, devemos ter em conta não só a utilização de novilhos pesados e precoces, mas também de fêmeas de reposição que tenham alto índice de habilidade materna, períodos entre partos curtos e alta resposta reprodutiva quanto à repetição de crias. Através de sua fertilidade, o gado Angus proporciona aos seus criadores um maior rendimento, tanto pelo número de bezerros nascidos, quanto pela quantidade de quilos obtidos por hectare. A longevidade, associada à fertilidade, representa, ao final, mais crias produzidas.

Precocidade

Em comparação com outras raças, o Angus tem demonstrado que, nas mesmas condições alimentares, atinge mais cedo a puberdade e o estado de abate. A precocidade do Angus reflete-se no abate de novilhos jovens, que, além de uma necessidade mercadológica, é fator fundamental de uma pecuária de retorno mais rápido.

Rusticidade

A rusticidade é facilmente identificada pelo grande número de animais (machos e fêmeas) espalhadas pelas várias regiões climaticamente diferentes do País, mantendo suas qualidades inalteradas. O Angus mostra maior resistência a enfermidades, grande adaptação às condições ambientais dos territórios onde é criado, seja com temperaturas extremas, altas ou baixas, solo seco ou alagadiço, campos altos ou abrigados, pastagens ricas ou pobres. Mesmo em situações adversas, as fêmeas Angus produzem bezerros e os amamentam adequadamente, nem que para isso tenha que sacrificar parte de sua “gordura marmorizada”.

Facilidade de Parto

Gerando um terneiro de porte médio, não muito pesado ao nascer, o ventre Angus tem reduzido desgaste na parição, o que abrevia a sua recuperação pós-parto, favorecendo a repetição de cria e diminuindo o intervalo entre partos.

Qualidade de Carne

Este é um dos atributos excepcionais da raça Angus, que lhe garante uma posição de liderança. A ótima qualidade de sua carne é evidenciada através da opinião de autoridades do setor, e confirmada nos mais diferentes concursos realizados nos principais mercados produtores. O Angus produz um animal com alta qualidade de carne, apropriada não só para o mercado interno, como também para o mercado externo. O Angus apresenta de 3 a 6 mm de gordura (exigências européias) e sua carne é marmorizada (gordura entremeada na carne), o que lhe confere a já famosa maciez e sabor. A perfeita e uniforme distribuição da gordura no tecido muscular lhe confere um aspecto muito mais atraente e sabor singular. A importância dessa distribuição é exaltada quando da sua preparação: a gordura se derrete parcialmente pela ação do calor e impregna a parte magra, melhorando apreciavelmente seu valor, tornando-a tenra e apetecível. Os mercados mais importantes do mundo, que abastecem os consumidores mais exigentes, alcançam ganhos comerciais superiores, valendo-se do que existe de melhor entre as raças bovinas de corte. Sem hesitar, eles afirmam: ANGUS BEEF IS BEST!

A performance produtiva do Angus foi comprovada na publicação americana National Livestock Producer onde, entre 47 raças analisadas, o Angus obteve a pontuação mais alta. Nas cinco principais listadas encontramos as duas variedades de Angus: Aberdeen Angus e Red Angus, além de Brangus (cruzamento de Angus “5/8” com zebuínos Nelore ou Brahman “3/8”). Nesta avaliação, os Angus se destacaram em fertilidade, peso ao nascer, pequena mortalidade de bezerros, baixa idade à puberdade, uso em cruzamento.

Texto: Associação Brasileira de Angus

Sazonal da vez!

Chegou a sazonal de abril da #bambergbier aqui no Talho!! A Franconian Rhapsody é uma brincadeira com o defumado, mas antes de falar sobre a cerveja, vamos entender um pouco o que é essa tal de rapsódia.

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Rapsódia são trechos de obras literárias ou musicais populares que não possuem ligações entre si, ou seja, um trecho pode contar um historia enquanto o outro, pode falar de um assunto totalmente diferente. Foi com esta ideia que surgiu a Franconian Rhapsody, dois estilos característicos da Franconia, o Helles, lager clara bebida diariamente na região e o Rauch, tradicional cerveja defumada da cidade de Bamberg.

Ambos os estilos contam historias completamente diferentes e no primeiro momento não espera uma interligação deles, mas no copo é justamente esta rapsódia que surpreende, assim surgiu a rapsódia da Franconia.

Analise sensorial da cerveja:

Visual: Coloração dourada, cristalina, com boa formação de espuma;

Aroma: Domínio do defumado, com leve presença de herbal, floral e cítrico da lupulagem.

Sabor: Domínio do defumado, porém logo no inicio percebe-se a sutileza do malte, terminando levemente seca.

Sensação na boca: corpo leve-médio, carbonatação média, final seco.

Sensação geral: apesar do defumado, é uma cerveja fácil de beber e podemos dizer que é até refrescante.

Marmoreio

Este é um tema relativamente novo em discussão no Brasil, já que o rebanho dominante por aqui era o Nelore, raça de origem indiana e com um baixo marmoreio – quase nulo.

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Com o crescimento econômico a gama de raças aumentou muito e hoje temos praticamente a mais completa do mundo – encontramos cortes de raças europeias nas gondolas dos supermercados.

Mas o que é o marmoreio?

Nada mais é que a infiltração de gordura nas fibras, o seu acumulo entre os músculos.

O marmoreio está diretamente ligado as propriedades sensoriais da carne e especialmente relacionado ao sabor – este fator é capaz de deixar um toque amanteigado, muito macio e suculento e varia de acordo com a raça e o manejo do gado.

A raça que proporciona o maior marmoreio é o Wagyu com o seu famoso Kobe Beef.

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Este nome vem de sua criação original, a cidade de Kobe, no Japão com uma alimentação equilibrada composta de grãos, cereais e cerveja e massagens.

É por tudo isso que o Wagyu é considerada uma das carnes mais nobres do mundo.

Outra raça que merece destaque é o Angus. Esta apresenta uma excelente qualidade com custo mais acessível. O corte que caiu no gosto do brasileiro é o famoso entrecot, também conhecido como filé de costela ou de bife ancho. É a chuleta sem osso.

Vale lembrar que o marmoreio torna a carne mais gordurosa, portanto é aconselhado consumir com moderação, mas não podemos deixar de aconselhar quem nunca provou a experimentar esta delícia, garantimos paixão a primeira garfada!

Imagens ilustrativas.