Noite dos Namorados

mural facebook noite dos namorados

Preparamos uma noite muito especial para você curtir com seu amor.

No dia 12 de junho vamos servir um cardápio intimista, preparado com muito carinho.

O cardápio é composto de um couvert com produtos artesanais como porchetta, conservas, manteiga com alecrim, queijo aromatizado e pães, seguido do prato principal que poderá ser um salmão grelhado em nossa parrilla acompanhado de risoto de alho poró e limão siciliano ou Talho Taste, menu degustação com Bife Ancho, Bife de Chorizo e Coração de Muracha, todos cortes Angus mais os acompanhamentos. Para finalizar a noite do jeito mais doce vamos basta escolher a sobremesa: uma deliciosa mouse de chocolate ou um Romeo e Giulietta, creme de queijo com coulis de goiaba, pimenta rosa e um toque de cointreau.

O jantar será com custo fixo: R$ 80,00 por pessoa e bebidas a parte.

Para os participantes do jantar terá um brinde além do casal concorrer a um vale compras da Maria Bardot no  valor de R$ 180,00 e um kit churrasco contendo uma peça de coração de muracha Angus e uma linguiça artesanal, feita por nós.

romance BARDOT

Gostou? Faça sua reserva.

Restaurante Quintal do Talho – Empório e Parrilla

Rua Rosa Zanetti Ferragut, 479. Jd. Primavera. Vinhedo/SP

Fone: 19 3836-3030 – contato@quintaldotalho.com.br

Obs. Prioridade de atendimento para clientes com reserva.

2ª Noite do Hambúrguer – Artesanal e na Parrilla

noite do hb maio

Pessoal, como prometido, vamos promover toda última sexta feira do mês a noite do hambúrguer aqui no Quintal do Talho.

Abrimos a casa com um cardápio exclusivo de hambúrgueres, sendo:

  • Especial D´Talho – carne Angus + bacon
  • Short Rib – costela Angus
  • Cordeiro – 100% pernil de cordeiro (uruguaio)
  • Suíno – 100% pernil suíno.

Eles são montados em pães especiais e molhos artesanais, todos produzidos aqui em nosso “Quintal”.

Os hambúrgueres são preparados no dia, ou seja, super frescos e são grelhados em nossa parrilla.

A técnica precisa de nosso parrilleiro faz com que as carnes saem macias, suculentas e no ponto que mais te agrada.

E para acompanhar isso tudo nada melhor que cervejas artesanais brasileiras. Venha conhecer nossos rótulos: Bamberg, Invicta, Colorado, Dortmund, Divina, Brotas Beer, entre outras.

Gostou? Vai lá:

Quando? Sexta-feira, dia 19/05, a partir das 19H.

Onde? Quintal do Talho – Empório e Parrilla

Av. Rosa Zanet Ferragut, 479 – Jd. Primavera. Vinhedo/SP.

Fone: 19 3836-3030 – contato@quintaldotalho.com.br

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TT/quintaldotalho

Bife Ancho – o nobre de origem portenha

Corte de origem argentina vem conquistando cada vez mais o mundo todo!

 

carne agus

 

Bife Ancho é a denominação mais comum em países de língua latina – Ancho significa largo, o que indica a forma correta de preparar o corte. No Brasil encontramos como filé de costela e também como Ancho e na Europa conhecido como Noix ou Entrecôte.

O Ancho vem da ponta do contrafilé, retirado das cinco primeiras vértebras da costela bovina. De textura macia e suculenta graças ao seu marmoreio, o bife é composto por duas partes de carne (contrafilé e uma pequena porção de filé mignon) separado por uma fina camada de gordura.

BIFE ANCHO QUINTAL DO TALHO

A recomendação dos chef´s é de preparar a carne a ponto menos ou no máximo ao ponto, assim mantem-se a suculência, maciez e sabor.

As técnicas mais comuns de preparação são na brasa, preparadas em grelhas de parrilla ou churrasqueira ou ainda em frigideira banhada com beurre noisette (manteiga queimada).

Para ter o melhor aproveitamento do corte e desfrutar de todas estas características tão peculiares desta peça é essencial que a carne tenha boa procedência e seja de gado selecionado. No Quintal do Talho o Ancho é possui certificação Angus de novilho precoce e britânico.

Gostou? Vai lá…

Quintal do Talho serve este corte aos sábados, domingos e feriados – consulte disponibilidade.

Horário: das 12H às 16H.

Endereço: Av. Rosa Zanetti Ferragut, 479. Jd. Primavera. Vinhedo/SP.

Fone: 19 3836-3030

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Relish de pepino perfeito

O relish se originou na Índia e desde então se tornou popular em todo o mundo. Primo de primeiro grau das geleias e dos chutneys, esta conserva é adorada por muitos e é perfeita para acompanhar um hambúrguer, hotdog, carne assada, grelhada, churrasco, com salada, enfim, é bom com quase tudo!

Deixando a modéstia de lado, esta receita é muito mais gostosa do que a de uma marca que ficou famosa com o catchup e tem a vantagem de ser artesanal. Na verdade, até quem não gosta de pepino, adora este relish. Vale muito a pena fazer.

Experimente fazer um hotdog diferente dos tradicionais sanduíches brasileiro cheio de recheio. Faça um teste em casa. Compre uma boa salsicha, um lindo pão e coloque apenas relish e mostarda. É sensacional.

relish 1

 

A receita é simples, vamos ao passo a passo com todas as dicas…

INGREDIENTES:

2 xícaras de pepinos comuns picados;
1/2 xícara de cebolas bem picadinhas;
1 colher de sopa de sal;
3/4 de xícara de açúcar;
1/2 xícara de vinagre do branco;
Uma pitada de dill (é muito parecido na aparência com o funcho ou erva-doce. Podem encontrar em casas de especiarias e nos mercado é mais comum encontrar junto com os produtos da Companhia Das Ervas)
1/4 de colher de chá de mostarda em grãos;
Uma pitada de bicarbonato de sódio.

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MODE DE PREPARO:

Divida os pepinos em 2, no sentido do comprimento e retire as sementes com o auxílio de uma colher.

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Pique em cubos bem pequenos assim como às cebolas e coloque junto em uma tigela. Junte o sal, misture bem e transfira para uma peneira por 1 hora para que o líquido escorra.
Coloque a mistura numa panela com todos os outros ingredientes e ferva por 10 minutos. Guarde em vidros na geladeira e utilize sempre que quiser.Ele ficará como a imagem abaixo. Se preferir um pouco mais amarelinho, pode colocar uma pitada de cúrcuma ou açafrão no momento em que levar ao fogo, mas é opcional e nós preferimos sem!

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Aproveitem.

 

Sobrou assado de ontem, e agora?

Dica #QDT: sobrou assado do final de semana? Pique ou desfie a carne, grelhe umas fatias (não muito fina) de abobrinha ou berinjela e faça rolinhos. Tempere com sal, pimenta, acrescente um pouco de molho de tomate e queijo ralado e leve para gratinar. É prático, econômico e muito gostoso.

SOBRA ABOBRINHA

O hambúrguer

Levado aos Estados Unidos pelos imigrantes alemães do fim do século XIX, o bife de carne moída logo conquistou o público americano. Depois, já sob a forma de sanduíche, ganhou o mundo e virou um símbolo.

 

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O ano é 1904. Os Estados Unidos se transformam rapidamente na maior potência industrial do planeta. O novo século promete paz e prosperidade para os americanos.

Esse clima de afluência e otimismo vai se refletir na feira mundial de Saint Louis, capital do Missouri, no meio-oeste do país. Ali, multidões tomam contato pela primeira vez com uma iguaria que trinta anos mais tarde viria a ser quase um verdadeiro sinônimo de Estados Unidos: o hambúrguer.

O hambúrguer descobriu a América na segunda metade do século XIX, trazido pelas levas de imigrantes alemães embarcados no porto de Hamburgo, razão pela qual seu primeiro nome no Novo Mundo foi hamburg steak. Era uma comida rústica. Os primeiros a apreciá-la nos Estados Unidos foram os marinheiros que aproveitavam a carne entre dois pedaços de pão para mastigar algo enquanto trabalhavam. Suas origens, no entanto, podem ser encontradas no passado remoto. Durante os séculos XII e XIII, a Europa conheceu as invasões dos chamados mongóis. Na verdade, entre os povos que se agrupavam sob essa denomina-ção estavam os tártaros, tribos nômades guerreiras que habitavam as estepes russas. Os tártaros introduziram na Europa a técnica de moer a carne dura e de má qualidade para torná-la mais digerível. Diz a lenda que os cavaleiros tártaros costumavam levar a carne crua embaixo da sela quando galopavam em suas incursões guerreiras. Na hora de comer, o bife tártaro já tinha se tornado uma pasta. O que se sabe com certeza é que os tártaros foram os que apresentaram o hambúrguer aos hamburgueses. Esses ficaram com a fama de terem sido dos do futuro sanduíche. “Dize-me o que comes e te direi quem és”, escreveu em 1826 o gastrônomo francês Antoine Brillat-Savarin (1755-1826).

O hamburger, de fato, deve a sua popularidade às características da sociedade que o acolheu. A partir do início do século, as massas de trabalhadores americanos necessitavam de algum tipo de alimento rápido, prático e barato e – adequado, em suma, ao ritmo da explosão industrial do país.

Só faltava inventar uma fórmula para aproveitar esse mercado em expansão. Foi fácil. Antes ainda da Feira Mundial de Saint Louis, os americanos já conheciam o carrinho de sorvetes e hot-dogs – a versão americana da salsicha, também trazida por imigrantes alemães. Mas foi somente em 1921 que surgiu a primeira cadeia de lanchonetes do país, chamada White Castle. Vendia-se nelas um hambúrguer cozido no vapor e cheio de cebola. O prato talvez não fosse especialmente apetitoso, mas seu preço com certeza era: 5 centavos de dólar. Pelo seu efeito laxativo, ganharam o apelido de “escorregarores”.

As pequenas lanchonetes da época de 20 eram apenas lugares onde os fregueses sentavam ao balcão. Um ou dois funcionários faziam de tudo desde virar os hambúrgueres na chapa até registrar as vendas. Muito diferentes foram os drive-ins dos anos 30. Pátios de estacionamento grandes e de fácil acesso substituíram a pequena área de serviço na calçada, e garçonetes em tempo integral serviam os esfomeados motoristas. A idéia prosperou – garçonetes até foram substituídas por moças sobre patins. Logo, os clientes faziam pedidos usando telefones em carabinas nos estacionamentos.

Foi nessa época que o cartunista americano Elzie Segar (1894-1938) acrescentou mais um personagem a suas tiras do Popeye, o marinheiro que gostava de espinafre. J. Wellington Wimpy – Pimpão, no Brasil – ficou famoso pelo seu insaciável apetite por hambúrgueres. Uma vez, Popeye ganhou 20 mil dólares apostando que Wimpy não agüentaria dez minutos com um hambúrguer na mão sem comê-lo. O esfomeado personagem segurou-o por 9 minutos e 50 segundos. Em 1937, os irmãos Dick e Maurice Mc Donald abriram um pequeno drive-in na cidade de San Bernardino na Califórna, e revolucionaram o mundo do fast-food. Como todos os outros, eles serviam lanches rápidos para clientes apressados. O drive-in era também o ponto de encontro dos adolescentes da cidade. Por causa dessa clientela, os drive-ins eram identificados como focos de confusão que afugentavam as famílias de respeito. Para mudar essa imagem, em 1948, os irmãos Mc Donald reformularam a loja. Sem garçonetes servindo no carro, a lanchonete perdeu parte do seu apelo para os adolescentes mas em compensação conquistou as famílias. Logo dezenas de pequenos empresários começavam a imitar o novo conceito de lanchonete.

A partir dos Estados Unidos, o hambúrguer conquistou o mundo. A rodela de uns 50 gramas de carne moída entre duas metades de pão redondo, coberta ou não de queijo, acompanhada ou não de alface e tomate, pode ser encontrada em lugares tão distantes entre si como a Austrália e a Áustria, a Jamaica e o Japão. É impossível saber quantos hambúrgueres são consumidos todos os dias no planeta, mas a rede McDonald·s calculou os que saem de suas cozinhas. O resultado é assombroso: 12.528.000 hambúrgueres cada vez que a Terra dá uma volta completa em redor de seu eixo ou 145 por segundo.

As lanchonetes começaram a chegar ao Brasil em 1952, quando o tenista americano Robert Falkemburg fundou o primeiro Bob·s em Copacabana, no Rio. Três anos mais tarde, o empresário Flávio Galante abria em São Paulo os seus Hot-Dogs, lanchonetes destinadas a atrair o público dos cinemas da região da rua Augusta. Como no resto do mundo, também aqui o hambúrguer entrou para a linha de montagem. Com um sistema de licenciamento que permite a proprietários de lojas usar uma marca conhecida, desde que sigam os padrões de qualidade da firma original, algumas lanchonetes dispõem até de computadores que programam o tempo de duração da fritura. De acordo com as regras do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, a carne de hambúrguer deve ser fresca, com até 30 por cento de gordura.

Os nutricionistas admitem que um hambúrguer com fritas alimenta bastante, “mas não deve tornar-se a refeição básica de uma pessoa todos os dias”, alerta Rosemarie Andreazza, da Escola Paulista de Medicina.

Texto: Superinteressante, ed. abril de 1988. Imagens ilustrativas

Como congelar e descongelar carne em casa

COMO CONGELAR 1

Congelar alimentos é um grande aliado para quem não pode ir as compras todos os dias. Aliás, quem é que consegue ir todo dia ao mercado para o consumo doméstico? Impossível né?

Para resolver este problema utilizamos o congelamento de alimentos.

Como todo método de conservação acarreta alguns danos no alimento, fazendo de forma correta conseguimos minimizar os efeitos negativos no processo de congelamento, garantindo assim melhor qualidade e menor desperdício.

PARA CONGELAR:

  • Congelar carne aumenta a vida útil;
  • A melhor forma de armazenar a carne são em embalagens de vácuo, pois garante a conservação. Se comprou em embalagem simples a dica é colocar em saquinhos com lacre e antes de fechar retirar o máximo de ar de dentro;
  • Sempre congele a carne fresca e sem temperos – alho e cebola quando congelados tem uma grande alteração no sabor e não são agradáveis;
  • Evite congelar peças muito grandes. Divida em porções menores que correspondam ao consumo do dia;
  • Carne descongelada só deve voltar ao freezer como prato pronto.

PARA DESCONGELAR:

  • Quanto mais lento o processo de descongelamento melhor, pois assim há menos perda de suco, mantendo ela mais suculenta;
  • O ideal é descongelar em temperatura de no máximo 2º C, ou seja, em uma vasilha (de preferência tampada) dentro da geladeira;
  • Não é indicado o uso de micro-ondas ou água quente, já que processos em alta temperatura iniciam o cozimento e faz com que a carne perca seu suco. Este método também altera o sabor, cor e textura da proteína;
  • Se não tiver tempo para o descongelamento em geladeira deixe embaixo d´água, mas muito bem vedada;
  • Para sopas a carne pode ir direto do freezer para o fogão, porém em água fria.

TEMPO DE CONGELAMENTO DAS CARNES CRUAS:

  • Pedaços: 8 meses;
  • Bifes: 6 meses;
  • Carne moída: 3 meses
  • Carnes já cozidas podem ser congeladas por, no máximo, 3 meses.

A história da charcutaria

 

Em países como a Itália e a França, a charcutaria vem se desenvolvendo desde a Idade Média, onde então representava a solução para a conservação das carnes.

O termo veio da palavra francesa Charcuterie, nome feminino do século XVI, de Charcutiere – Indústria e Comércio da carne de porco, das preparações a base de porco.

 Charcuterie- Traiteur in Lyon

O mesmo nome se refere às especialidades à base da carne de porco e, ainda, às lojas especializadas em comercializar estes produtos.

A palavra francesa para uma pessoa que prepara charcutaria é charcutier, geralmente traduzido em Inglês como “açougueiro”. Isto levou à crença errada de que só pode envolver produtos de charcutaria de porco. Podemos dizer que se refere aos produtos – mas não limitado a – de especialidades de porco, como patês, rillettes, galantines, crépinettes, etc, que são feitos e vendidos em uma loja de estilo delicatessen, também chamado de charcutaria.

A edição de 1961 do Larousse Gastronomique define como: “A arte de preparar carnes diversas, em particular carne de porco, a fim de apresentá-los nas diversas formas mais”.

Os romanos podem ser os primeiros a ter regulamentado o comércio de produtos de charcutaria como eles escreveram as leis que regulam a produção adequada de juntas de carne de porco, mas os franceses também tiveram alguma influência.

Na França do século XV, guildas locais (corporações artesanais) regulamentavam comerciantes na indústria de produção de alimentos em cada cidade. Os membros destas guildas locais produziam uma série tradicional de carnes cozidas ou salgado e seco, que varavam, às vezes de forma distinta, de região para região. O charcutier preparava vários itens, incluindo patês, rillettes, salsichas, bacon , trotadores etc.

Estes métodos de conservação de carnes garantiram que teria um longo período de vida útil.
Várias regiões da França e da Itália se diferenciam por terem charcutarias renomadas, as quais fornecem fantásticos embutidos. Entendemos por embutido, então, o termo para exprimir a maioria das charcutarias, por estas apresentarem suas preparações embutidas, antigamente em tripas – prática que perdura ainda hoje – e, mais recentemente, com as sintéticas tripas plásticas.

Tripa natural seca

Imagens ilustrativas. Fontes: http://vidadequalidade.org/tipos-de-charcutaria/ http://pt.wikipedia.org/wiki/Charcuteria/ http://en.wikipedia.org/wiki/Charcuterie

Charcutaria – o início

Sabia que a charcutaria surgiu da necessidade de conservação dos alimentos sem os recursos que temos nos dias de hoje?

Dentro deste tema temos uma gama enorme de produtos, como os embutidos curados, defumados, frescos, as peças inteiras salgadas, fermentadas, ou seja, temos os salames, presuntos cru e cozido, linguiças, etc.

O termo é derivado do francês charcuterie – de chair (carne) e cuit (cozida).

Este é um ramo da gastronomia que exige muito mais ciência à habilidade na cozinha. Dentre o processo de produção temos três passos fundamentais: a secagem, a cura e a defumação que para  o chef e pesquisador Mario Portella são definidos como:

“A secagem é o método mais antigo que se tem conhecimento e, hoje em dia, é utilizado de forma natural ou mecânica, variando conforme a região. Como o próprio nome diz, o processo se resume na secagem da matéria prima através do vento, no qual sua velocidade é fundamental para uma secagem uniforme.

O processo de cura é, resumidamente, a desidratação da carne, através da qual se elimina seu líquido (mioglobina) e seu oxigênio (hemoglobina), por meio destas etapas de climatização e umidade controlada. Esses dois fatores são fundamentais, pois, além de eliminarem algumas bactérias que são mortais, como E.coli e Butolismo, trazem textura e sabor ao alimento. Entre os produtos mais conhecidos derivados desse processo está o presunto cru, tradicional na Região de Parma na Itália.

Já a defumação elimina as bactérias presentes na carne através da fumaça e, de certa forma, “veda“ a matéria prima, tornando-a impermeável, aumentando seu flavour e sua vida de prateleira.”

Charcutaria é uma excelente forma de montar uma entrada elegante para receber os amigos.

Podemos dividir a charcutaria em seis grandes categorias: preparações cruas, preparações cozidas (presuntos e lombos cozidos), salsichas, salsichões, salsichas tradicionais e conservas e isso retomaremos em outro post!

Até lá….

imagens ilustrativas

 

 

O que é carne maturada?

beef striploin

De um breve modo, podemos definir como carne maturada aquela que passou por um processo natural e controlado de amaciamento através da degradação ou digestão de proteínas por enzimas.

Maturação consiste em manter a carne fresca a uma temperatura superior ao seu ponto de congelamento que é -1oC para torná-la mais macia e aromática.

Logo após o abatimento do animal o processo de maturação  é iniciado. Os fatores mais importantes para o resultado final seja o melhor são tempo e temperatura.

A temperatura e umidade tem que ter um controle rigoroso e o tempo mínimo de maturação é de 8 dias.

A carne é desossada e embalada a vácuo, impedindo a multiplicação dos microrganismos.

Quanto mais alta a temperatura, mais rapidamente a maturação acontece sobre a carne, porém é maior risco de contaminação e comprometimento do produto.

É normal encontrarmos um líquido escuro nas embalagens de carne maturada. Este líquido acontece por causa da quebra das fibras que libera proteína, água e alguns compostos.

A cor escura tem que ser revertida a um vermelho vivo logo quando a embalagem é aberta, pois é a ausência de oxigênio faz com que a coloração seja opaca.

Após algumas horas de exposição ao meio ambiente, mesmo em presença de oxigênio, a carne tende a uma coloração vermelha escuro, que pode chegar até á cor marrom.

Gosta do assunto e quer entender o processo mais a fundo em cada etapa? Deixo aqui um artigo no Beef Point.

Imagem ilustrativa